Sábado, 20 de Julho de 2013

Palácio de Monserrate, Sintra

Palácio de monserrate, Sintra

 

Em 1858, Francis Cook contratou James Knowels Jr. para projectar o pavilhão que pretendia construir em Monserrate. O arquitecto deparou-se, no entanto, com limitações várias, uma vez que teve de se cingir às estruturas subsistentes do antigo castelinho neogótico de DeVisme. 


Ainda assim, o edifício construído segundo o risco de Knowels revela-se original e profundamente eclético. Os três corpos do pavilhão – encimados por bolbosas cúpulas vermelhas – apresentam as fachadas rasgadas por portas e janelas de quebratura gótica. A entrada é precedida de pórtico igualmente neogótico, cintado por grandes entablamentos. Na cornija surgem, alternados, modilhões de volutas e arcadas trilobadas e do corpo central emerge, sobre o frondoso parque, um balcão provido de arcaria e ornado com azulejos de imitação mudéjar. No interior, a exuberância decorativa dos estuques e capitéis acentua o carácter orientalizante do pavilhão, nomeadamente na galeria e na "Sala de Música", onde uma profusão de temas indianos e clássicos imprime ao conjunto uma dinâmica própria que resulta em singular efeito estético. Os soberbos jardins que rodeiam a áulica construção foram concebidos e executados por Stockdale e também por Thomas Gargill que souberam explorar as particularidades micro-climáticas da Serra, obtendo, deste modo, um magnífico parque, no qual se podem observar, ainda hoje, mais de 3.000 espécies exóticas.


Retirado de CM de Sintra


Novembro de 2011

Jorge Soares

publicado por Jorge Soares às 23:15
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Sexta-feira, 19 de Julho de 2013

Castelo da Lousã

Castelo da Lousã

 

Castelo da Lousã, também referido como Castelo de Arouce, localiza-se a cerca de dois quilômetros da freguesia, vila e concelho deLousã, no distrito de Coimbra, em Portugal.

 

Em posição dominante no alto de um estreito contraforte da serra da Lousã, na margem direita do rio Arouce, o monumento constitui-se, nos nossos dias, em uma requisitada atração turística.

 

Desconhece-se o momento em que uma fortificação foi iniciada para a proteção da povoação de Arouce, cuja primeira referência documental remonta a 943, num contrato entre Zuleima Abaiud, um moçárabe, e o abade Mestúlio do Mosteiro de Lorvão, onde se menciona o topônimoArauz.

O castelo medieval

Admite-se que a edificação (ou reedificação) do Castelo de Arouce remonta a 1080, quando a povoação foi pacificamente ocupada pelo conde Sesnando Davides, governador da circunscrição conimbricense, cujo mandato lhe foi outorgado por Fernando Magno, soberano que havia conquistado Coimbra aos mouros desde 1064, trazendo a Reconquista cristã da península Ibérica até à região das serras da Estrela e da Lousã.

 

Conquistado pelos mouros durante a ofensiva de 1124, foi reocupado e reparado por D. Teresa de Leão. Com a independência de Portugal, passou a integrar a linha raiana do Mondego até 1147, quando da conquista de Santarém e de Lisboa pelas forças de D. Afonso Henriques(1112-1185), que a estendeu até ao Tejo. Nesse período, aqui vinha passar o Verão a sua esposa, a rainha D. Mafalda de Saboia, com a sua corte. Na Carta de Foral que este soberano concedeu a Miranda do Corvo (1136), faz alusão ao Castelo de Arouce, que viria a receber o próprio foral em 1151. Mais tarde, em 1160, um novo documento alude à Lousã, distinta de Arouce, o que demonstra que a antiga povoação romana voltara a ser ocupada com a pacificação da região, prosperando de tal forma que recebeu foral em 1207, sob o reinado de D. Afonso II(1211-1223).

 

Em algum momento do século XIV, foi erguida a torre de menagem do castelo. Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521) a Lousã recebeu Foral Novo (1513), época a partir da qual o castelo medieval passou a ser conhecido como Castelo da Lousã.

 

A Lousã e seus domínios foram senhorio dos duques de Aveiro até 1759, quando passaram para a Coroa portuguesa. A partir de então, a ação dos elementos, a dos séculos e a de vândalos em busca dos lendários tesouros de Arouce, causaram significativos danos ao monumento, inclusive ameaçando derruir a Torre de Menagem.

 

Fonte Wikipédia

 

Lousã, Julho de 2013

Jorge Soares

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Sábado, 13 de Julho de 2013

Palácio da Ajuda

Palácio da Ajuda

 

Palácio da ajuda

Lisboa

Junho de 2013

Jorge Soares

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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos

 

Mosteiro dos Jerónimos

Lisboa

Junho de 2013

Jorge Soares

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Quinta-feira, 6 de Junho de 2013

Évora - O Templo de Diana

O templo de Diana

 

templo romano  está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, o qual foi classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O templo romano encontra-se classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR. É um dos mais famosos marcos da cidade, e um símbolo da presença romana em território português.

 

Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.

 

Embora o templo romano de Évora seja frequentemente chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça se  originoude uma lenda criada no século XVII. Na realidade, o templo terá sido construído em homenagem ao imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após seu reinado.

 

O templo foi construído no século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias Iulia - e modificado nos séculos II e III.

 

Évora foi invadida pelos povos germânicos no século V, e terá sido nesta altura em que o templo foi destruído; hoje em dia, as suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.

 

As ruínas do templo foram incorporadas numa torre do Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo (transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar os seus restos de uma destruição ainda maior

 

Finalmente, depois de 1871, as incoprporações medievais foram removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano Giuseppe Cinatti.

 

O templo original provavelmente era similar à Maison Carrée de Nîmes (França). O templo de Évora ainda está com sua base completa (opódio), feito de blocos de granito de formato tanto regular como irregular. O formato da base é retangular, e mede 15m x 25m x 3.5m de altura.5 O lado sul da base costumava ter uma escadaria, agora em ruínas.

 

O pórtico do templo, que não existe mais, era originalmente um hexastilo. Um total de catorze colunas de granito ainda estão de pé no lado norte (traseiro) da base; muitas das colunas ainda têm seus capitéis em estilo coríntio sustentando a arquitrave. Os capitéis e as bases das colunas são feitos de mármore branco de Estremoz, enquanto as colunas e a arquitrave são feitas de granito. Escavações recentes indicam que o templo era cercado por uma bacia hidrográfica.

 

Fonte Wikipédia

 

Fotografia de Março de 2012

Jorge Soares

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Terça-feira, 4 de Junho de 2013

Palácio Nacional de Mafra

Palácio Nacional de Mafra

 

Palácio-Convento Nacional de Mafra localiza-se no concelho de Mafra, distrito de Lisboa, em Portugal

 

A cerca de 25 quilómetros de Lisboa, constitui-se em um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco, na vertente alemã. Foi iniciado em1717 por iniciativa de João V de Portugal, em virtude de uma promessa que fizera no caso de a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência.

 

Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi um dos finalistas para uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de2007.

 

Em 1715, foi fundado o Convento de Nossa Senhora e Santo António de Mafra, que pertencia à província eclesiástica da Arrábida. Teve origem numa comunidade do Hospício do Espírito Santo. Em 1730, sagrada a Basílica de Nossa Senhora e Santo António, junto de Mafra, foi para lá transferida a sobredita comunidade. Entre 1771 e 1791, por breve de Clemente XIV, de 4 de Julho de 1770, a requerimento do Marquês de Pombal, foi ocupado pelos Cônegos Regulares de Santo Agostinho de Santa Cruz de Coimbra; os Franciscanos da Província da Arrábida saíram do Convento de Mafra, em Maio de 1771. Em 1791, os Cônegos Regulares de Santo Agostinho saíram do edifício de Mafra.

 

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo ministro e secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 28 de Maio, promulgado a 30 desse mês, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo.

 

Fonte Wikipédia

 

Mafra, Outubro de 2010

Jorge Soares

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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013

Setúbal - Monumento à Resistência Antifascista

Monumento à Resistência Antifascista

 

A Câmara de Setúbal inaugurou no dia 25 de Abril de 2005 na Av. Luísa Todi, este monumento à Resistência Anti-fascista, à Liberdade e à Democracia.

O monumento é constituído por três tetrapodes de ferro, idênticos aos que são utilizados na protecção das zonas portuárias e costeiras, que serão amarrados com centenas de metros de cordas e correntes, pesa mais de 10 toneladas e tem cerca 12 metros de altura.


O projecto, elaborado há 37 anos mas nunca concretizado, foi oferecido pelo escultor José Aurélio à Câmara Municipal de Setúbal na sequência do interesse manifestado por uma comissão pró-monumento, que se propôs homenagear os anti-fascistas setubalenses que lutaram contra o antigo regime do estado novo.


Para o autor, José Aurélio, os tetrapodes, que resistem ao avanço da mar nas zonas costeiras, simbolizam a resistência ao regime totalitário e as cordas e correntes representam o elemento humano, essencial a essa resistência.


Setúbal, Maio de 2011

Jorge Soares

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